Mostrando postagens com marcador Cinema/Astros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinema/Astros. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Audrey Hepburn


“O que é preciso para você se tornar uma estrela de verdade é um elemento extra que Deus pode lhe dar ou não. Você já nasce com ele. Não pode aprender. Deus beijou o rosto de Audrey Hepburn, e ali estava ela”.

(Billy Wilder em “Audrey Hepburn – Uma Biografia”, escrito por Warren G. Harris)
Modelo, Bailarina, Atriz e Humanista

Alta, ossuda e de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela: foi assim que a bailarina, modelo, atriz e humanista Audrey Hepburn ficou conhecida inicialmente.
Nascida em uma época em que as rechonchudas e baixinhas dominavam o cenário da moda e da mídia, a jovem deu a volta por cima e conquistou o mundo com seu rosto angular, seu belo sorriso e um carisma e elegância de dar inveja.
Considerada como uma das mais queridas e amadas atrizes da indústria cinematográfica, Audrey inspirou e inspira mulheres das mais variadas épocas.
Hoje, ela é tida também como a atriz mais bela do século XX, desbancando beldades como a Princesa Diana, Grace Kelly, Scarlett Johansson e Angelina Jolie.
Mas a atriz não
inspira apenas por sua elegância e beleza exterior: “Todos sabíamos que Audrey Hepburn era um mito. Mas ela era muito mais do que isso, era um grande ser humano.
Quando você estava com ela, se sentia mais bonito, melhor consigo mesmo e com suas próprias possibilidades”, afirmou o produtor Janis Blackshleger.

História
Nascida no dia 04 de maio de 1929 em Bruxelas, na Bélgica, Audrey Hepburn Ruston era filha única do casal Joseph Anthony (banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (baronesa da Holanda). Contudo, a juventude da atriz passou longe do glamour hollywoodiano.
Aos seis anos de idade, Audrey foi abandona pelo seu pai. Com isso, mãe e filha foram morar em Arnhem - Holanda - com familiares maternos.
O início da Segunda Guerra Mundial fez com que esse período fosse marcado pela má nutrição e depressão para Audrey. Em 1940, a jovem testemunhou a invasão alemã ao país, o confisco de todos os seus bens e o fuzilamento de um tio e um primo.
Após a libertação holandesa, a jovem foi estudar balé em Londres. Mais tarde, iniciou
uma promissora carreira como modelo, até ser descoberta por um produtor, quando teve uma pequena participação no filme holandês "Nederlands in Zeven Lessen", em 1948.

Casamentos de Audrey
A queridinha da América gostava muito de namorar e não conseguia levar um relacionamento por muito tempo. Isso despertou na imprensa norte-americana a pergunta: "Ela tem medo de casar?".
Segundo psicólogos da época, o motivo seria o abandono de seu pai, em que ela buscava compensar nos seus relacionamentos e o fato de ser muito mais madura do que qualquer rapaz de sua idade.
Todavia, em 1954, acabou casando-se com o ator e diretor Mel Ferrer, com quem teve um filho, Sean Ferrer. Mas o casamento não foi muito adiante e ela acabou se divorciando em 1968.
Em 1969, se casou pela segunda vez com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, com o qual teve seu segundo filho: Luca Dotti e mais tarde se divorciaria mais uma vez.

...

Trabalhar como atriz era para Audrey um ofício extenuante e que tirava todas as suas forças – ela passava meses descansando entre um papel e outro para se recuperar por completo. O descanso entre um papel e outro se converteu em aposentadoria após Hepburn começar a “interpretar” aquele que seria o papel de sua vida: o de mãe de Sean e de Luca. O último papel que a atriz interpretou foi o de embaixatriz da Unicef.
Em prol de um bem maior
Os duros anos de fome, miséria, violência e grandes demonstrações de coragem lhe fizeram ver a frágil condição humana no mundo e lhe impulsionaram à participar de missões da ONU em países arrasados pela desnutrição infantil como: Etiópia, Somália e Bangladesh.
Em 1988, ganhou a honra de se tornar embaixatriz da Unicef. Audrey desempenhou seu papel como lutadora das causas infantis até 1993, ano em que foi vítima de um câncer no intestino.
Ainda em 1993, a atriz recebeu o prêmio SAGA pelo conjunto de sua obra.

Curiosidades

Filmes e Audrey
- Antes de conseguir o estrelato com seu primeiro filme americano, "A Princesa e o Plebeu", 1953, quando arrebatou o Oscar de Melhor Atriz, Audrey participou de diversos filmes britânicos e franceses. Em sua carreira de sucesso, foi ainda indicada ao Oscar de Melhor Atriz por suas atuações em "Sabrina", "Uma Cruz à Beira do Abismo", "Bonequinha de Luxo" e "Um Clarão nas Trevas".
- Para o filme "Bonequinha de Luxo", Henry Mancini compôs "Moon River" especialmente para ela. Ganhadora do Oscar de Melhor Canção, "Moon River" tem centenas de gravações, mas a dela é inquestionavelmente a melhor.
- De acordo com seu filho Sean, os filmes favoritos dos quais estrelou foram Uma cruz à beira do abismo (por sua mensagem social) e Cinderela em Paris (por ter se divertido muito nas filmagens deste). No entanto, ela havia declarado numa
entrevista à Barbara Walters que A princesa e o plebeu era o filme mais querido dela.

Audrey e a Moda
Com um estilo próprio e clássico, a imortal diva dos filmes: “Bonequinha de Luxo”, “Cinderela em Paris” e “A Princesa e o Plebeu”, ainda é hoje um ícone da moda.
Segundo o estilista Givenchy, que era incumbido de vesti-la e a tinha como musa: "Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o meu trabalho", afirma ele.

Para aderir ao estilo Audrey, o ideal é escolher peças

únicas inspiradas na linha vintage como: tubinho preto, bolsas carteiras, colares de pérolas, scarpins pretos, óculos grandes estilo gatinha, sapatilhas capezio, calças capri e camisa social desabotoada e amarrada na frente.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

6 papéis de James Dean no cinema

por Editores da Publications International Ltd - traduzido por HowStuffWorks Brasil

James Dean
Reprodução









Este garoto de Indiana nascido em 1931, tem saga como ícone americano continua a prosperar. Ele começou sua carreira em um comercial da Pepsi no qual ficava em pé junto a um grupo de adolescentes e ao lado de uma jukebox, cantava um jingle da Pepsi. Em apenas uma década, Dean recebeu duas indicações ao Oscar. Infelizmente, ambas foram póstumas.

Em 1955, Dean comprou um Porsche Spyder, gabando-se de que poderia alcançar até 240 km/h. Ao ouvir isso, o ator Alec Guinness disse a ele para nem mesmo colocar os pés dentro do carro porque poderia morrer antes do término da semana. Seis dias depois, o corpo de Dean foi retirado dos destroços de seu mais novo carro em um trecho da rodovia da Califórnia.

A carreira de Dean foi bastante curta, mas seu legado vive nos filmes que deixou para trás.





1. Baionetas Caladas (Fixed Bayonets) - 1951

James Dean
Reprodução
O primeiro papel de James Dean no cinema não foi nada agradável. Este filme de guerra coreana foi o primeiro a retratar a violência nos combates. Na verdade foi dada rédea solta ao diretor Samuel Fuller para retratar a premissa do filme - “matar ou ser morto" – e foi exatamente isso que ele fez. Os atores e operadores de câmeras foram levados a seus limites físicos, incluindo os protagonistas Richard Basehart, Gene Evans e Michael O'Shea. Na época James Dean tinha apenas 20 anos e não recebeu créditos pelo filme. Aliás, ele teria apenas uma única fala que mesmo assim foi cortada pela produção final.

2. O Marujo Foi na Onda (Sailor Beware) - 1952

James Dean
Reprodução
O filme seguinte em que Dean atuou já foi bem mais agradável do que o combate coreano. Com Dean Martin e Jerry Lewis no comando, a produção foi bem mais leve. Este filme da Paramount levou apenas cinco semanas para ser gravado, e ainda que envolva militares, a ideia central do mesmo gira em torno de uma aposta entre marinheiros e garotas. Novamente Dean não recebeu créditos ao interpretar um figurante no compartimento de bordo.


3. Sinfonia Prateada (Has Anybody Seen My Gal?) - 1952

James Dean
Reprodução
Rock Hudson é o protagonista deste filme que trás a história de um velho milionário que precisa decidir se deixará ou não a sua herança para a família de seu antigo amor. James Deannovamente interpretou um dos muitos rapazes que fazem uma pequena ponta no filme. Mais especificamente ele apenas aparece sentado em um banco de bar. Nos créditos, porém, ele aparece listado (e ao lado do nome de muitos outros rapazes) como “juventude sentada no bar”.




4. Vidas Amargas (East of Eden) - 1955

James Dean
Reprodução
Este foi o primeiro grande papel deDean no cinema. O ator atuou ao lado de Julie Harris, Raymond Massey, e Burl Ives. Dean interpretou Cal Trask, que compete com seu irmão pelo amor do pai. Este foi o único grande filme no qual trabalhou que foi lançado antes dele falecer. O papel levou-a a receber uma indicação ao Oscar por Melhor Ator, embora tenha sido póstuma. No entanto, Ernest Borgnine acabou ganhando o prêmio por sua atuação em Marty.



5. Juventude Transviada (Rebel Without a Cause) - 1955

James Dean
Reprodução
Este é o filme pelo qual James Deané mais lembrado. Ele foi lançado apenas um mês após a sua morte e foi estrelado também por Natalie Wood e Sal Mineo. Dean interpretou um novo garoto na cidade, Jim Stark, um encrenqueiro, que fez os pais se mudarem de uma cidade para outra até se fixarem em Los Angeles, e que é preso de madrugada por embriaguez e desordem. O filme trata ainda sobre a ousadia na adolescência e mostra garotos brigando com facas e canivetes. Os atores usavam protetores sob as camisas, porém, Dean acabou com um corte na orelha.

6. Assim Caminha a Humanidade (Giant) - 1956

James Dean
Reprodução
Rock Hudson trabalhou uma última vez com James Dean, e desta vez a lendária estrela Elizabeth Taylor fez aumentar o faturamento do filme. Dean intrepretou Jett Rink, um rancheiro que mais tarde acaba se tornando um magnata de petróleo no Texas. O ator acabou de gravar suas cenas poucos dias antes de morrer, mas algumas de suas falas ainda ficaram faltando, então o ator Nick Adams gravou a parte de Jett Rink. Dean recebeu uma segunda indicação póstuma ao Oscarpor Melhor Ator. Rock Hudson também recebeu indicação, mas o prêmio foi para Yul Brynner por seu papel em O Rei e Eu (The King and I).